quarta-feira, 20 de maio de 2015

O que é Compostagem

Compostagem é um processo biológico de decomposição de materais orgânicos feito por microorganismos. Estes transformam resíduos como folhas, restos de alimentos, estrume, papel e outros num material semelhante ao solo, chamado de composto e que pode ser utilizado como adubo em jardins, hortas, quintais, etc. Todos os resíduos orgânicos se decompõem e a compostagem apenas acelera este processo. Realizando compostagem de resíduos orgânicos, você devolve ao solo nutrientes importantes, para que o ciclo de vida possa continuar. O composto já pronto parece com o solo, de cor marrom escuro, podendo ser quebradiço e cheirar como o chão de uma floresta.
Os microorganismos são os trabalhadores atuantes e que fazem a compostagem acontecer. Eles precisam de ar, água e comida para fazer bem o seu trabalho e é muito importante fornecer a eles a quantidade necessária.

Tipos de compostagem

Compostagem de quintal – Se você tem um quintal com folhas caídas, restos de grama ou mesmo ervas daninhas e restos de alimentos de sua cozinha e outros resíduos orgânicos, você tem tudo para iniciar a sua compostagem.
Vermicompostagem – Se você mora em apartamento e tem abundância de restos de comida e outros resíduos orgânicos, este tipo de compostagem é para você.
o que é compostagem


Ciclo natural – Se você tem um quintal e não quer utilizar a grama cortada ou ervas daninhas arrancadas numa composteira, deixe-os no solo ou sobre a grama para se decompôr naturalmente. É importante compreender que restos de grama não é sujeira, mas alimento para o solo e a grama que está plantada.

Razões para você fazer compostagem
  • Fazendo compostagem dos restos de comida e resíduos de quintal você reduz o envio de resíduos aos aterros sanitários;
  • Você reduzirá significativamente o problema de pragas e uso de pesticidas;
  • A compostagem ajuda o solo a ser mais fértil e saudável, ajudando suas verduras, frutas ou mesmo flores do jardim a serem mais saudáveis e resistentes a pragas e doenças;
  • Adição de materiais orgânicos ao solo melhora a retenção de umidade;
  • Adição de material orgânico decomposto no solo, alimenta os organismos benéficos;
  • O composto altera ambos os solos, arenosos e argilosos;
  • O composto fornece liberação lenta e equilibrada de nutrientes ao solo. Desta maneira as plantas conseguem aproveitar este nutriente por mais tempo;
  • A compostagem economiza dinheiro, sendo desnecessário adquirir fertilizantes químicos;
  • Ao alimentar bem as plantas, elas vão melhorar a sua própria dieta. As plantas cultivadas em solos pobres têm um teor de nutrientes reduzido;
  • A compostagem doméstica é uma ferramenta valiosa na educação das crianças sobre a natureza e o ciclo da vida
Fonte: Cened
  •  

sexta-feira, 15 de maio de 2015

37 Milhões de Abelhas Morrem após o Plantio de Milho Transgênico no Canadá

Dezenas de milhares de abelhas morreram em Ontário desde que o milho transgênico foi plantado há algumas semanas. Um dos produtores locais de mel, Dave Schuit, denunciou ao site ‘Organic Health‘ que somente a sua granja perdeu 600 colmeias, o que equivale a 37 milhões de abelhas.
 
Os criadores de abelhas culpam a morte de suas colônias aos neonicotinoides, especialmente o Imidacloprid e a Clotianidina (ambos da Bayer), que são inseticidas geralmente aplicados tanto em sementes como em tratamentos foliares e que penetram no pólen e no néctar.
 
Enquanto a metade dos países da União Europeia, incluindo a Alemanha, limitam legalmente o uso dos neonicotinóides por preocupações ambientais depois que a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos definiu os riscos relacionados, nos EUA continuam sendo um dos mais usados.

No passado, muitos cientistas se esforçaram para encontrar a causa exata da enorme mortandade, um fenômeno que eles chamam de “desordem de colapso de colônia” (DCC). Nos Estados Unidos, por sete anos consecutivos, as abelhas estão em declínio terminal.

O colapso na população mundial de abelhas é uma grande ameaça para as culturas. Estima-se que um terço de tudo o que comemos depende da polinização das abelhas, o que significa que as abelhas contribuem com mais de 30 bilhões de dólares para a economia global.

Um novo estudo publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, revelou que os pesticidas neonicotinoides matam as abelhas por danificar o seu sistema imunitário e as tornam incapazes de combater doenças e bactérias.

Após relatar grandes perdas de abelhas após a exposição ao Imidacloprid, foi proibido o seu uso em plantações de milho e girassol, apesar dos protestos da Bayer. Em outra jogada inteligente, a França também rejeitou a aplicação da Clotianidina pela Bayer, e outros países, como a Itália, também proibiram certos neonicotinoides.

Após o recorde de mortes de abelhas no Reino Unido, a União Europeia proibiu vários pesticidas, incluindo os pesticidas neonicotinóides.

Leia mais: Noticias Naturais

Transgênicos: está provado que estes alimentos causam autismo ou câncer?

A decisão da Câmara Federal, de reformar a rotulagem de produtos alimentícios que contêm organismos geneticamente modificados (OGMs), desagradou a muita gente. Embora a proposta aprovada não elimine a obrigatoriedade da informação sobre a presença de transgênicos, ela a torna menos visível, substituindo o triângulo amarelo com o “T” preto pela frase “contém transgênicos”, e apenas quando houver mais de 1% de material geneticamente modificado no produto.

As reações a essa atenuação do alerta obrigatório são mais do que compreensíveis, e quem se opõe a ela tem bons motivos para criticá-la, com base tanto no direito do consumidor quanto no princípio fundamental da transparência: não faz muito sentido, portanto, que se apele para táticas baseadas na disseminação de mentira, medo e desinformação. Mas que são, exatamente, as que vêm ganhando força nas redes sociais.

Primeiro, o medo: houve quem se desse ao trabalho de ressuscitar as alegações feitas pela pesquisadora americana Stephanie Seneff, uma especialista em Inteligência Artificial (e não em Agricultura, Medicina ou Epidemiologia) do MIT, de que o glifosato – um pesticida normalmente usado em conjunto com variedades transgênicas da companhia Monsanto – tornaria “metade das crianças autistas até 2025”.
O “trabalho” de Seneff se apoia numa correlação entre o aumento no uso de glifosato e do número de casos de autismo registrados nos Estados Unidos, a partir da década de 90. O problema, como qualquer pessoa familiarizada com os truques usados para mentir com estatísticas sabe, é que correlação não corresponde, necessariamente, a causação.

Como nota o blog Respecful Insolence, do oncologista David Gorski, outras coisas que também cresceram nos anos 90 foram o consumo de vegetais orgânicos, o uso da internet e a disseminação de telefones celulares. Será que a internet causa autismo? Que o glifosato estimula a venda de celulares? Que os orgânicos aumentam a vontade de acessar a internet? Gorski montou um gráfico “mostrando” que são os orgânicos que causam autismo, e que é tão impressionante – e válido – quanto o de Seneff.  De fato, um estudo recente publicado no British Medical Journal indica que o aumento registrado nos casos de autismo foi um efeito da mudança dos critérios de diagnóstico e da conscientização sobre o distúrbio, e não de uma elevação real do número de crianças autistas.

É verdade, no entanto, que a Agência Internacional de Pesquisa do Câncer (IARC) decidiu incluir o glifosato em sua Lista 2A, de “prováveis causadores de câncer em seres humanos”. Os detalhes da decisão ainda não foram divulgados, mas é bom lembrar que essa categoria está abaixo da Lista 1 – dos cancerígenos confirmados, como o tabaco – e que a Lista 2A inclui ainda fatores de risco como fumaça de fritura e chá mate quente.

Agora, a mentira: voltou-se a afirmar que existe estudo “comprovando” que transgênicos causam câncer em animais. O trabalho em questão, já desacreditado, é da equipe do pesquisador francês Gilles-Eric Séralini. Entre outras falhas, Séralini usou em seu experimento uma espécie de rato que já tem predisposição para desenvolver câncer – em outras palavras, os bichos provavelmente teriam ficado doentes de qualquer jeito, não importa que comida os cientistas lhes dessem.

E quem traz à tona esse trabalho francês, há mais de um ano repudiado e relegado à lata de lixo da literatura científica pelo mesmo periódico que o publicou originalmente – algum tempo depois, Séralini conseguiu convencer uma segunda revista a dar guarida a seu artigo, mas a comunidade científica continuou muito pouco impressionada – , costuma deixar de mencionar, por ignorância ou má-fé, o resultado publicado recentemente no periódico Journal of Animal Science, que comparou os registros sobre saúde do gado e dos frangos criados nos EUA antes e depois da introdução dos OGMs na ração animal – que hoje é quase 90% transgênica nos Estados Unidos –, e não encontrou nenhuma diferença relevante.

Somados, medo e mentira geram o último item de nossa lista, desinformação, que distorce a percepção de risco, enviesando o debate e as políticas públicas: o uso descontrolado de pesticidas e agrotóxicos, por exemplo, é uma ameaça ao meio ambiente e à saúde humana – mas muito para a saúde dos trabalhadores encarregados de aplicá-los e de suas famílias, e muitíssimo menos para a do consumidor final. A preocupação desproporcional com o agrotóxico que “chega à mesa” mascara o problema maior, assim como o medo infundado de OGMs se sobrepõe a questões realmente graves envolvendo o modelo econômico e o impacto ambiental (independente do copyright do DNA da planta) do agronegócio.

Gente “bem intencionada” que usa esses espantalhos com o pretexto de chamar atenção para os verdadeiros problemas presta um desserviço, ao minar a credibilidade do debate. Não importa quanta atenção seu argumento inicial vá chamar: se ele for demonstravelmente falso, fica muito fácil para o outro lado desacreditar, aos olhos da opinião pública e dos políticos, qualquer ponto válido que você venha a ter.

Fonte: Revista Galileu

Glifosato causará autismo em 50% das crianças até 2025, afirma cientista do MIT

A pesquisadora Stephanie Seneff tem publicado artigos acadêmicos há cerca de 30 anos, sendo que nos últimos ela vem se concentrando na relação entre nutrição e saúde. No final do ano passado, durante uma conferência, surpreendeu a todos os presentes afirmando que “no ritmo atual, até 2025, uma em cada duas crianças será autista”.
A afirmação tem como base suas recentes pesquisas em doenças cardiovasculares, Alzheimer e autismo. Ela estuda o impacto das deficiências nutricionais e toxinas ambientais na saúde humana. Stephanie observou que os efeitos colaterais de toxicidade do glifosato são muito semelhantes aos do autismo. Além disso, ela fez uma relação entre o uso de Roundup (nome comercial de um herbicida a base de glifosato) em plantações com o aumento das taxas de autismo.
A produção do herbicida Roundup, comercializado pela Monsanto, é, há muito tempo, causa de protestos de ambientalistas. Além dos danos ambientais, já há diversas pesquisas que relacionam o uso de glifosato a doenças nos seres humanos. A Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (AIPC), por exemplo, publicou um relatório confirmando que o uso deste agrotóxico é potencialmente causador de câncer, além de causar alterações na estrutura do DNA e nas estruturas cromossômicas.
O peso das palavras de Stephanie também é grande. A cientista de pesquisa sênior na Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) tem uma página na internet com seus trabalhos que relacionam o glifosato ao autismo, que pode ser conferida aqui.

Fonte: Ciclovivo

quinta-feira, 14 de maio de 2015

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

2014 foi o ano mais quente desde que há registos

A temperatura média do planeta em 2014 foi a mais alta em 135 anos, quando os registos climáticos começaram a ser feitos, segundo indicou o relatório anual divulgado nesta sexta-feira (16/01) pela Nasa e pela Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).
A temperatura da Terra subiu 0,69 graus centígrados em relação à média registada durante todo o século XX, que é de 13,9 graus, conforme o estudo. Os novos dados superam os recordes registados em 2005 e 2010, quando a temperatura aumentou 0,04 graus.
De acordo com os cientistas, com esses dados, a temperatura média anual do planeta ficou pela 38ª vez consecutiva acima do registado em 1977.
Desde 1880, quando começou o acompanhamento, os últimos 20 anos foram os mais quentes da história. Os cientistas destacaram principalmente o aumento de temperatura no século XXI, pois nove dos dez anos mais quentes ocorreram no novo século.
Em 2014, o oceano aqueceu como nunca. A temperatura média subiu 0,57 graus centígrados acima da média do século XX, superando os recordes de 1988 e 2003, quando foram registadas altas de 0,05 graus centígrados.
A temperatura da superfície da Terra também aumentou um grau em relação à média do século XX, transformando-se na quarta maior desde 135 anos.
Além disso, 2014 foi para Islândia, Reino Unido, França, Suécia, Alemanha, Áustria e Suíça o ano mais quente desde que os registos climáticos estatais tiveram início. Na Espanha, Dinamarca e Finlândia foi o segundo ano mais quente da história.
A média anual de neve que cobriu o hemisfério norte ao longo de 2014 foi de 64,5 milhões de quilómetros quadrados. Os cientistas destacam que o número ficou abaixo da média no primeiro semestre, apesar de ter crescido consideravelmente até dezembro.
A extensão de gelo no Ártico foi de 28,46 quilómetros quadrados, a sexta menor quantidade em 36 anos. Porém, na Antártida, foram registados 33,87 quilómetros quadrados, recorde de extensão pelo segundo ano consecutivo.
O documento destaca também que seis meses de 2014 (maio, junho, agosto, setembro, outubro e dezembro) foram os mais quentes de 135 anos. Enquanto abril foi o segundo mês com temperaturas mais altas desde o início dos registos.
Além disso, os cientistas destacam que as temperaturas num mês nunca aumentaram tanto como em dezembro, quando foram 0,77 graus mais altas do que em todos os meses de dezembro do século XX.

Fonte: Esquerda.net

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Na China é permitido pagar o transporte reciclando garrafas

O governo chinês iniciou um programa para incentivar os cidadãos a reciclarem garrafas de plástico. Para levá-lo adiante, foram instaladas 34 máquinas em Pequim, nas quais as pessoas podem introduzir garrafas de plástico e obter tickets para o transporte público ou minutos adicionais para seus celulares.
Todas as máquinas, de acordo com o Recycling Today, foram colocadas em áreas de alto tráfego, como o Templo do Céu, lugar em que transitam, aproximadamente, 60 mil pessoas diariamente. Esse programa de reciclagem em que são oferecidas recompensas aos usuários ajuda a combater de maneira efetiva a poluição em uma cidade que produz enormes quantidades de lixo.
As 10 primeiras máquinas desse tipo foram instaladas na estação subterrânea do metrô, no final de 2012. A fabricante, Incom Recycle (http://www.incomrecycle.com/en/), oferece aos usuários em seu site um mapa completo em que são destacados os pontos onde as máquinas estão instaladas.
O governo de Pequim afirmou que, por ano, são recicladas 15 mil toneladas de garrafas de plástico, e espera-se que com a instalação das máquinas essa quantidade “aumente exponencialmente”.


Fonte: Funiber